O custo da fraude vai além da indenização: como fortalecer a prevenção no mercado segurador

Com mais de 59 anos de expertise, a DELPHOS se destaca como uma referência em soluções de TI, oferecendo um portfólio completo para atender às necessidades tecnológicas do negócio. Soluções robustas e adaptadas para garantir a eficiência e a segurança das operações de nossos clientes.

Quando se fala em fraude no mercado segurador, é comum associar seu impacto diretamente ao pagamento indevido de uma indenização. Esse é um dos efeitos mais evidentes, mas está longe de representar todo o problema. Uma ocorrência suspeita mobiliza pessoas, amplia etapas de análise, exige verificações adicionais, consome recursos e pode aumentar o tempo necessário para concluir processos. Quando esse cenário se repete, seus efeitos ultrapassam o sinistro individual e passam a atingir a eficiência da operação como um todo.

Por isso, combater fraudes não significa apenas identificar uma irregularidade quando ela já está estabelecida. Uma estratégia mais consistente começa pela capacidade de reconhecer sinais, cruzar informações e estruturar processos que permitam identificar inconsistências com maior antecedência.

O desafio está justamente no volume e na diversidade de informações presentes na operação de seguros. Dados cadastrais, históricos, documentos, informações sobre apólices, características do risco, registros de sinistros, imagens, laudos e diferentes evidências podem fazer parte de uma análise. Isoladamente, cada informação pode parecer coerente. É a capacidade de relacioná-las que muitas vezes permite identificar divergências ou comportamentos que merecem uma avaliação mais aprofundada.

Nesse contexto, a qualidade dos dados se torna parte importante da prevenção. Informações incompletas, duplicadas ou dispersas em diferentes ambientes dificultam análises e podem reduzir a capacidade de perceber inconsistências. Uma operação estruturada, por outro lado, permite consultar históricos, verificar registros e compreender com maior clareza o contexto de cada ocorrência.

A rastreabilidade também exerce um papel relevante. Saber quando uma informação foi registrada, quais alterações ocorreram, quais documentos foram apresentados e quais decisões foram tomadas ao longo do processo cria um histórico que ajuda a qualificar a análise. Mais do que servir como registro, essa visão contribui para que diferentes profissionais trabalhem sobre uma base mais consistente de evidências.

A tecnologia amplia essa capacidade ao organizar grandes volumes de informação e facilitar a identificação de situações que fogem do comportamento esperado. Automatizações, regras de negócio e mecanismos de análise podem apoiar a seleção de casos que exigem maior atenção, permitindo que profissionais especializados concentrem seu trabalho onde o julgamento técnico realmente faz diferença.

Isso não significa que todo comportamento atípico represente uma fraude. Esse é justamente um dos cuidados necessários. Ferramentas e indicadores devem funcionar como apoio à investigação e à tomada de decisão, e não como substitutos da análise técnica. A eficiência está em encontrar sinais relevantes sem transformar controles adicionais em barreiras desnecessárias para ocorrências legítimas.

Esse equilíbrio também influencia a experiência do segurado. Controles pouco estruturados podem fazer com que verificações adicionais sejam aplicadas indiscriminadamente, aumentando etapas e prazos para todos. Quanto maior a capacidade de direcionar análises para situações efetivamente atípicas, maior a possibilidade de preservar a fluidez dos demais processos.

Além da tecnologia, a prevenção depende de conhecimento. Em seguros, compreender o contexto de um sinistro, avaliar documentos, interpretar evidências e reconhecer incompatibilidades exige experiência sobre a dinâmica da própria operação. Dados podem apontar uma diferença; o conhecimento técnico ajuda a compreender sua relevância.

É nessa combinação entre informação, tecnologia, processos e capacidade técnica que uma estratégia de prevenção ganha consistência. A atuação da Delphos ao longo das diferentes etapas das operações de seguros reúne conhecimento especializado e soluções tecnológicas que contribuem para ampliar controle, rastreabilidade e qualidade das informações utilizadas nas análises.

Fraudes representam perdas financeiras, mas seus efeitos podem ser muito mais amplos. Elas consomem capacidade operacional, aumentam a complexidade dos processos e podem interferir na experiência de clientes e na própria sustentabilidade das operações.

Por isso, fortalecer a prevenção não significa apenas evitar pagamentos indevidos. Significa construir uma operação com melhores condições para identificar sinais, qualificar evidências e tomar decisões com maior segurança.

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Diretor de Operações

Nélio Brochado Alvarez

Nélio Alvarez é Presidente da Delphos, com mais de 40 anos de experiência em BPO de seguros habitacionais. Graduado em Administração de Empresas e em Tecnologia da Informação, com pós-graduação em análise de negócios, iniciou sua carreira em tecnologia e consolidou sua trajetória na liderança operacional e na gestão de grandes equipes. Sua formação inclui também estudos em Filosofia e Belas Artes, que ampliaram sua visão analítica e sensível sobre negócios e pessoas, influenciando seu estilo de gestão.

Diretor de Infraestrutura Tecnológica

Leonardo Gondinho Botelho

Executivo Sênior de Tecnologia com mais de 25 anos de experiência em Estratégia, Inovação e Gestão de Operações de TI. Possui sólida trajetória em empresas dos setores de Seguros, Utilities, Consultoria, Indústria, Comércio e Fintechs, com destaque para 15 anos de atuação no mercado segurador.

Graduado em Tecnologia e Processamento de Dados pela UVA, possui Mestrado Profissional em Logística pela PUC e especialização em Gestão Empresarial com Ênfase em Tecnologia da Informação pela FGV em parceria com a Ohio University.

Especialista em alinhar tecnologia à estratégia de negócios, liderar programas de transformação digital, gerenciar projetos de alta complexidade e desenvolver equipes de alta performance. Atua com foco em inovação, eficiência operacional, governança, geração de valor e crescimento sustentável.

Diretor Jurídico

Leonardo de Lima e Silva Bagno

Advogado formado pela Faculdade de Direito Cândido Mendes – Centro (2000), com especializações em Propriedade Industrial (UERJ), Direito Empresarial com ênfase em Direito Societário e Mercados de Capitais (FGV-Rio) e Gestão de Empresas (IAG/PUC-Rio).

Atua nas áreas Imobiliária, Tributária, Trabalhista, Contratual e Societária, com ampla experiência em gestão de advocacia em massa. Na Delphos, é membro da Comissão de Ética, do Comitê de Auditoria, do Comitê de Privacidade e Encarregado de Dados (DPO).

Diretor de Compliance

Fernando da Silva Menezes

Bacharel em Administração de Empresas pela FCPE – UCAM/RJ, com MBA em Gestão Empresarial pelo Coppead/UFRJ e formação em Management pela FGV-RJ. Também cursou Tecnologia em Processamento de Dados na PUC-RJ. Possui certificado em Housing Finance e Mortgages – The Wharton School (University of Pennsylvania).

Com mais de 15 anos de trajetória no Grupo Delphos, atuou em diversas posições de liderança, contribuindo para o desenvolvimento e a evolução da companhia. Atualmente, exerce o cargo de Diretor de Gestão Corporativa, sendo responsável pela promoção da governança, da conformidade com os princípios éticos e legais e pela liderança do Comitê de ASG da empresa.

Diretora Comercial

Beatriz Bergamini Cavalcante Gomes Coelho

Advogada com sólida carreira no mercado segurador, Beatriz Cavalcante possui MBAs em Marketing (FGV), Seguros e Resseguros (ENS), Direito do Consumidor (PUC-Rio) e Gerontologia (Einstein), além de formação internacional em Direitos Humanos pela Universidade de Coimbra.

Com ampla experiência em cargos de liderança em seguradoras e consultorias, atua na Delphos liderando a área Comercial, com foco em inovação, transformação digital e fortalecimento do relacionamento com clientes.

Presidente

Elisabete Joana Bazana Prado

Com quatro décadas e meia de trajetória na Delphos, Elisabete Prado assumiu sucessivas e diferentes posições na empresa, incluindo gerências técnicas, diretoria adjunta de corporações, diretoria de sucursais, diretoria comercial e marketing, até chegar ao cargo de CEO, em 05/2021.

Graduada e Pós graduada em Ciências Atuariais pela PUC-SP, com cursos complementares em Gestão pela Qualidade Total, Negociação Estratégica e Lideranças Corporativas, entre outros, é também Conselheira formada pelo IBGC – Instituto Brasileiro de Governança Corporativa, conduz a empresa com visão estratégica, foco em inovação e crescimento sustentável, promovendo eficiência operacional e fortalecendo o relacionamento com clientes e parceiros.  

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